Mamãs e Papás...
Sairam as novas tabelas de crescimento da OMS...
Podem consultar aqui!
quinta-feira, abril 27, 2006
terça-feira, abril 25, 2006
segunda-feira, abril 24, 2006
segunda-feira, abril 17, 2006
Curso de massagem do bebé para pais

Estão abertas as inscrições para o Curso de Massagem do bebé a iniciar no próximo Sábado, dia 22 de Abril, pelas 11 horas na Clínica Pediátrica de Caldas da Rainha
As inscrições podem ser feitas através do email do Clube ou no seguinte telefone 918253141 (tambem disponível para informações)
Instrutora: Zélia Évora
quinta-feira, abril 06, 2006
domingo, abril 02, 2006
quinta-feira, março 30, 2006
quarta-feira, março 29, 2006
Mamã Canguru do Pedrinho
domingo, março 19, 2006
Clube em Lisboa
Nos próximos dias 23, 24, 25 e 26 de Março o Clube do pano vai estar em Lisboa!
Quem precisar de alguma dica ou esclarecimento, ou queira simplesmente ir beber um cafézinho, é favor ligar até quarta feira, para podermos fazer os arranjos necessários!!!
Telefone: 91 8253141
Quem precisar de alguma dica ou esclarecimento, ou queira simplesmente ir beber um cafézinho, é favor ligar até quarta feira, para podermos fazer os arranjos necessários!!!
Telefone: 91 8253141
domingo, março 12, 2006
A quimica do Vinculo Afectivo
"(...)Bebés choram quando são deitados e deixados sózinhos. Se nos permitirmos ouvir, os nossos nerónios e hormonas encorajam-nos a responder correctamente. Os bebés foram programados para serem frequentmente alimentados num modo que requer contacto pele com pele, colo, e a cumplicidade do contacto facial. Essas acções causam mudanças permanentes e benéficas do cérebro do bebé e dos pais. Comportamentos maternais saudávies crescem quandos os pedidos de um bebé são satisfeitos (...) A proximeidade e toque frequentes entre o bebé e os pais pode criar laços poderosos de vínculo com a família com bebefícios a longo prazo."
Ver o artigo completo aqui!
Ver o artigo completo aqui!
domingo, março 05, 2006
Mulher Peruana

Esta foto foi tirada pela Rita Santos que no Peru pode ver como as mulheres ainda tem o costume de carregar os seus filhos ás costas!!!!
sexta-feira, fevereiro 24, 2006
Reunião NINO

Estão abertas as inscrições para a 2ª Reunião NINO (Nine in Nine Out) a realizar
no próximo dia 05 de Março pelas 15:30 no seguinte local
Clube das Mamãs
Rua Artur Filipe, 5 r/c Esq
Foz do Arelho - Caldas da Rainha
A reunião visa dar apoio a mães e pais que aderiram ou tencionam saber mais sobre o uso do pano porta bebés!!!!
A participação é gratuita! No entanto agradecemos que te inscrevas por uma questão de organização!
Zélia Évora
segunda-feira, fevereiro 20, 2006
Formação no Porto
A Formação no Porto, por diversos motivos, não acontecerá no próximo dia 24, conforme previsto. Assim, logo que possível será afixada uma nova data.
Para os interessados, é favor enviar email a manifestar o desejo de participar, para que possamos contactar logo que se saiba a nova data.
Obrigada!
Zélia
Para os interessados, é favor enviar email a manifestar o desejo de participar, para que possamos contactar logo que se saiba a nova data.
Obrigada!
Zélia
terça-feira, fevereiro 14, 2006
quinta-feira, fevereiro 09, 2006
Formação Costa da Caparica
Estão abertas as inscrições para Workshop do Clube do Pano a realizar no próximo dia 04 de Março, pelas 14:30 horas (duração de duas horas aproximadamente) na Costa da Caparica
A formação inclui:
• Explicação sobre o pano em si – textura e cores, tecelagem
• Como surgiu,
• Os benefícios do seu uso,
• A importância do toque;
• Distribuição de fotocópias;
• Demonstração dos vários nós;
• Se concordarem, tirar foto de grupo das mães presentes;
Custo 10€ por participante
Inscrições prévias Zélia 918253141
Certos de que os panos fazem bebés felizes,
Clube do Pano
A formação inclui:
• Explicação sobre o pano em si – textura e cores, tecelagem
• Como surgiu,
• Os benefícios do seu uso,
• A importância do toque;
• Distribuição de fotocópias;
• Demonstração dos vários nós;
• Se concordarem, tirar foto de grupo das mães presentes;
Custo 10€ por participante
Inscrições prévias Zélia 918253141
Certos de que os panos fazem bebés felizes,
Clube do Pano
quarta-feira, fevereiro 08, 2006
Clube das mamãs
Estão abertas as inscrições para o “Clube das Mamãs”… um espaço onde poderás passar algum tempo de convívio com outras mães e os seus bebés, trocando experiências, participando em palestras e actividades sobre temas relacionados com a maternidade, nutrição, aprendendo massagem infantil e outras coisas mais….
Local: Foz do Arelho (Caldas da Rainha)
Informa-te nos seguintes contactos:
968313310
918253141
919247493
Local: Foz do Arelho (Caldas da Rainha)
Informa-te nos seguintes contactos:
968313310
918253141
919247493
sexta-feira, fevereiro 03, 2006
Workshop no Porto
Estão abertas as inscrições para Workshop do Clube do Pano a realizar no próximo dia 24 de Fevereiro, pelas 15 horas (duas horas aproximadamente) no Porto:
morada a exacta afixar brevemente
A formação inclui:
• Explicação sobre o pano em si – textura e cores, tecelagem
• Como surgiu,
• Os benefícios do seu uso,
• A importância do toque;
• Distribuição de fotocópias;
• Demonstração dos vários nós;
• Se concordarem, tirar foto de grupo das mães presentes;
Custo 15€ por participante
Inscrições prévias Zélia 918253141
morada a exacta afixar brevemente
A formação inclui:
• Explicação sobre o pano em si – textura e cores, tecelagem
• Como surgiu,
• Os benefícios do seu uso,
• A importância do toque;
• Distribuição de fotocópias;
• Demonstração dos vários nós;
• Se concordarem, tirar foto de grupo das mães presentes;
Custo 15€ por participante
Inscrições prévias Zélia 918253141
quinta-feira, janeiro 19, 2006
Finalmente as Fotos de Loures



Pois é... Até que enfim consigo afixar as fotos do Workshop de Loures!!!!
Foi um sucesso, pode-se ver pelas fotos! Bebés e mamãs felizes:)
Infelizmente esqueci-me de duas coisas importantes... Tirar uma foto de grupo (imperdoável)
Tirar uma foto com a Sofia Valente (imperdoável:( )
Sofia V. Muito obrigada pela hospitalidade! O Clube agradece!!!
A todos os participantes também o meu muito obrigada! Foram excepcionais!
segunda-feira, janeiro 16, 2006
O BEBÊ CHORA: COMO OS PAIS DEVEM REAGIR?
Por Jan Hunt, Psicóloga Diretora do "The Natural Child Project"
Imagine por um instante que você foi levado por uma nave espacial a um planeta distante, onde está cercado de gigantes estranhos cuja língua você não entende. Dois desses estranhos decidem cuidar de você. Você é totalmente dependente deles para a satisfação de todas as suas necessidades - fome, sede, conforto e - principalmente - para assegurá-lo de que não corre perigo nesse lugar estranho. Imagine então que alguma coisa vai mal - você está com dor, ou com muita sede ou precisando de afeto. Mas os responsáveis ignoram seus gritos de desespero e você não consegue fazê-los compreender de quê você precisa. Agora você tem um problema a mais, pior que o primeiro: sente-se totalmente desamparado e sozinho num mundo estranho.
Com toda a inocência, o bebê parte do pressuposto de que nós, seus pais, estamos certos - e que fazemos tudo o que deveríamos fazer. Se não fizermos nada, o bebê só pode concluir que não é amado porquê não merece nosso amor. Ele não é capaz de entender que nós estamos ocupados, distraídos, preocupados, mal orientados por "especialistas", ou que simplesmente somos pais inexperientes. Não importa o quanto amamos nosso bebê, o que ele entende são as manifestações externas desse amor.
Ninguém gosta que sua comunicação seja ignorada. Ser ignorado desperta sentimentos de desamparo e raiva que inevitavelmente prejudicam o relacionamento. Todos os adultos sentem isso e não há porquê imaginar que seja diferente combebês e crianças. Pouca gente ignoraria um adulto que repetisse: "Você poderia me ajudar? Não estou me sentindo bem." Ignorar esse pedido seria considerado bem pouco gentil. Mas um bebê não pode falar assim; ele só pode chorar e chorar até que alguém o atenda - ou até desistir, desesperado.
A reação imediata ao choro de uma criança não foi questionada durante milênios, até nossos dias. Em nossa cultura, assumimos que o choro do bebê é normal e inevitável. Mas em sociedades naturais onde os bebês são carregados junto aos adultos na maior parte do dia e da noite durante seus primeiros meses de vida, o choro é incomum. Ao contrário do que se acredita em nossa sociedade, bebês tratados assim tornam-se auto-suficientes mais cedo do que os bebês que não recebem esses cuidados.
Na verdade as pesquisas sobre as primeiras experiências da infância mostram que as crianças que receberam cuidados mais amorosos nos primeiros anos de vida tornam-se adultos mais amorosos e confiantes. Os bebês obrigados a ser submissos desenvolverm ressentimentos e raiva que podem ser manifestados de forma nociva mais tarde.
Apesar dessas pesquisas, a maioria dos argumentos para se ignorar o choro se baseiam no receio de "estragar com mimos" o bebê. Um livro clássico de cuidados ao bebê adverte os pais a "deixar o bebê lidar com seu problema". Embora a primeira infância seja uma época de desafios para os pais, um bebê é muito novo e inexperiente para "lidar" com a causa de seu choro, seja ela qual for. Ele não pode se alimentar, trocar de roupa ou se confortar do modo que a natureza pede. É evidente que é responsabilidade dos pais preencher as necessidades de alimento, segurança e amor do bebê, e não responsabilidade do bebê preencher as necessidades de paz e sossego dos pais.
A publicação insinua que se os pais derem ao bebê a oportunidade de ser auto-confiante, estão contribuindo para seu amadurecimento. Mas um bebê simplesmente não é capaz dessa maturidade. A maturidade verdadeira reflete uma base sólida de segurança emocional que só pode se desenvolver com amor e apoio dos adultos próximos, nos primeiros anos de vida.
Uma pessoa imatura só pode reagir ao estresse de modo imaturo. Um bebê a quem se nega seu direito nato de ser reconfortado pelos pais pode se voltar para o recurso ineficaz da auto-estimulação ( bater a cabeça, embalar-se de um lado para o outro, chupar o dedo, etc) e o distanciamento emocional das pessoas. Se suas necessidades forem sempre ignoradas, ele pode decidir que a solidão e o desespero são preferíveis a arriscar-se a sofrer mais frustração e rejeição. Infelizmente, uma vez que ele toma essa decisão ela pode se tornar uma visão definitiva da vida, que leva a uma vida emocional muito pobre.
Muitos profissionais que lidam com crianças percebem que o incentivo dos pais à auto-satisfação, além da substituição abusiva por objetos materiais - ursinhos que substituem os pais, carrinhos em vez de braços, grades em vez de dormir junto, chupetas em vez de mamar no peito, brinquedos em vez de atenção, caixinhas de música em lugar de vozes, leite em pó em vez de leite materno, cadeira de balanço em lugar do colo - determinaram uma época de consumismo, isolamento pessoal e insatisfação emocional.
Ignorar o choro de uma criança é como usar protetor de ouvidos para evitar o ruído desagradável de um detetor de incêndio. O som de um detetor de incêndio serve para nos alertar sobre um assunto sério que exige uma atitude - o mesmo acontece com o choro do bebê. Como Jean Liedloff escreveu em 'The Continuum Concept', "o choro do bebê é um problema tão sério quanto o seu ruído sugere".
Por mais estressante que seja, o choro da criança não deve ser visto como uma medição de forças entre o pai ou a mãe e o filho, mas como um presente da natureza para assegurar que todos os bebês cresçam com uma capacidade generosa de amor e confiança.
Imagine por um instante que você foi levado por uma nave espacial a um planeta distante, onde está cercado de gigantes estranhos cuja língua você não entende. Dois desses estranhos decidem cuidar de você. Você é totalmente dependente deles para a satisfação de todas as suas necessidades - fome, sede, conforto e - principalmente - para assegurá-lo de que não corre perigo nesse lugar estranho. Imagine então que alguma coisa vai mal - você está com dor, ou com muita sede ou precisando de afeto. Mas os responsáveis ignoram seus gritos de desespero e você não consegue fazê-los compreender de quê você precisa. Agora você tem um problema a mais, pior que o primeiro: sente-se totalmente desamparado e sozinho num mundo estranho.
Com toda a inocência, o bebê parte do pressuposto de que nós, seus pais, estamos certos - e que fazemos tudo o que deveríamos fazer. Se não fizermos nada, o bebê só pode concluir que não é amado porquê não merece nosso amor. Ele não é capaz de entender que nós estamos ocupados, distraídos, preocupados, mal orientados por "especialistas", ou que simplesmente somos pais inexperientes. Não importa o quanto amamos nosso bebê, o que ele entende são as manifestações externas desse amor.
Ninguém gosta que sua comunicação seja ignorada. Ser ignorado desperta sentimentos de desamparo e raiva que inevitavelmente prejudicam o relacionamento. Todos os adultos sentem isso e não há porquê imaginar que seja diferente combebês e crianças. Pouca gente ignoraria um adulto que repetisse: "Você poderia me ajudar? Não estou me sentindo bem." Ignorar esse pedido seria considerado bem pouco gentil. Mas um bebê não pode falar assim; ele só pode chorar e chorar até que alguém o atenda - ou até desistir, desesperado.
A reação imediata ao choro de uma criança não foi questionada durante milênios, até nossos dias. Em nossa cultura, assumimos que o choro do bebê é normal e inevitável. Mas em sociedades naturais onde os bebês são carregados junto aos adultos na maior parte do dia e da noite durante seus primeiros meses de vida, o choro é incomum. Ao contrário do que se acredita em nossa sociedade, bebês tratados assim tornam-se auto-suficientes mais cedo do que os bebês que não recebem esses cuidados.
Na verdade as pesquisas sobre as primeiras experiências da infância mostram que as crianças que receberam cuidados mais amorosos nos primeiros anos de vida tornam-se adultos mais amorosos e confiantes. Os bebês obrigados a ser submissos desenvolverm ressentimentos e raiva que podem ser manifestados de forma nociva mais tarde.
Apesar dessas pesquisas, a maioria dos argumentos para se ignorar o choro se baseiam no receio de "estragar com mimos" o bebê. Um livro clássico de cuidados ao bebê adverte os pais a "deixar o bebê lidar com seu problema". Embora a primeira infância seja uma época de desafios para os pais, um bebê é muito novo e inexperiente para "lidar" com a causa de seu choro, seja ela qual for. Ele não pode se alimentar, trocar de roupa ou se confortar do modo que a natureza pede. É evidente que é responsabilidade dos pais preencher as necessidades de alimento, segurança e amor do bebê, e não responsabilidade do bebê preencher as necessidades de paz e sossego dos pais.
A publicação insinua que se os pais derem ao bebê a oportunidade de ser auto-confiante, estão contribuindo para seu amadurecimento. Mas um bebê simplesmente não é capaz dessa maturidade. A maturidade verdadeira reflete uma base sólida de segurança emocional que só pode se desenvolver com amor e apoio dos adultos próximos, nos primeiros anos de vida.
Uma pessoa imatura só pode reagir ao estresse de modo imaturo. Um bebê a quem se nega seu direito nato de ser reconfortado pelos pais pode se voltar para o recurso ineficaz da auto-estimulação ( bater a cabeça, embalar-se de um lado para o outro, chupar o dedo, etc) e o distanciamento emocional das pessoas. Se suas necessidades forem sempre ignoradas, ele pode decidir que a solidão e o desespero são preferíveis a arriscar-se a sofrer mais frustração e rejeição. Infelizmente, uma vez que ele toma essa decisão ela pode se tornar uma visão definitiva da vida, que leva a uma vida emocional muito pobre.
Muitos profissionais que lidam com crianças percebem que o incentivo dos pais à auto-satisfação, além da substituição abusiva por objetos materiais - ursinhos que substituem os pais, carrinhos em vez de braços, grades em vez de dormir junto, chupetas em vez de mamar no peito, brinquedos em vez de atenção, caixinhas de música em lugar de vozes, leite em pó em vez de leite materno, cadeira de balanço em lugar do colo - determinaram uma época de consumismo, isolamento pessoal e insatisfação emocional.
Ignorar o choro de uma criança é como usar protetor de ouvidos para evitar o ruído desagradável de um detetor de incêndio. O som de um detetor de incêndio serve para nos alertar sobre um assunto sério que exige uma atitude - o mesmo acontece com o choro do bebê. Como Jean Liedloff escreveu em 'The Continuum Concept', "o choro do bebê é um problema tão sério quanto o seu ruído sugere".
Por mais estressante que seja, o choro da criança não deve ser visto como uma medição de forças entre o pai ou a mãe e o filho, mas como um presente da natureza para assegurar que todos os bebês cresçam com uma capacidade generosa de amor e confiança.
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